Comunidades Isoladas da Amazônia contam com a presença dos Frades Menores Capuchinhos

A missão dos frades capuchinhos em Belém do Solimões mantém presença ativa junto às comunidades indígenas da região do Alto Solimões a mais de 115 anos. O trabalho envolve evangelização, apoio pastoral e convivência direta com os povos locais. A iniciativa também busca apoio de fiéis para manter as atividades e ampliar o alcance da missão.

O entrevistado é Frei Marco Darlan Gomes Pereira, pároco da Paróquia São Francisco de Assis, vigário da fraternidade e 4º conselheiro da Custódia dos Capuchinhos do Amazonas e Roraima. Segundo ele, a missão expressa o compromisso da vida consagrada, com base na obediência, na simplicidade e na dedicação total a Deus. Esse compromisso se reflete no contato com os povos indígenas, com foco no respeito e na presença constante nas comunidades.

A atuação atende comunidades católicas e também alcança outras confissões cristãs, que recebem apoio quando solicitam. O trabalho se desenvolve junto a povos das etnias Ticuna, Cocama, Kanamari e Kambeba, que vivem na região.

A missão segue regras internas da ordem, que determinam permanência mínima de três anos para cada frade na comunidade. Atualmente, cada fraternidade conta com três religiosos. Esse modelo se consolidou nos últimos anos e garante maior estabilidade no atendimento às comunidades.

Além de Frei Marco Darlan, a equipe conta com Frei Germano Rauradou, vigário paroquial, e Frei John William, que atua como guardião da fraternidade e colaborador pastoral. Eles dividem as funções e mantêm presença contínua junto às comunidades.

Para quem desejar contribuir com a missão no Alto Solimões, pode contribuir por meio da chave PIX: 04619821000595 (CNPJ) – Paróquia São Francisco de Assis – Diocese do Alto Solimões.

Rafaella Amorim, Rádio Rio Mar
Fotos: Arquivo Missão Alto Solimões 

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