Vídeos, imagens e até áudios criados ou alterados por inteligência artificial podem parecer reais e enganar quem recebe esse tipo de conteúdo. Diante do avanço dos chamados deepfakes, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB, orienta a população a verificar as informações antes de compartilhar, principalmente durante o período eleitoral.
Os deepfakes usam inteligência artificial para criar ou modificar imagens, vídeos e vozes, fazendo parecer que uma pessoa disse ou fez algo que nunca aconteceu.
Alguns sinais podem indicar uma possível manipulação, como movimentos estranhos, expressões pouco naturais, falhas na iluminação, alterações na voz e cortes suspeitos. Mas os conteúdos estão cada vez mais sofisticados e nem sempre é fácil identificar uma montagem.
Por isso, diante de qualquer dúvida, a recomendação é não compartilhar o material.
O doutor em Comunicação e assessor de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, padre Arnaldo Rodrigues, alerta para a importância de manter uma postura crítica diante do que circula nas redes sociais.
A orientação vale para imagens, vídeos e áudios. Antes de compartilhar, é importante conferir quem publicou o conteúdo, quando ele foi produzido e se a informação também aparece em fontes confiáveis.
Hiolanda Mendes – Rádio Rio Mar
Foto: CNBB