Calor extremo na Amazônia pode agravar sintomas da psoríase, alerta especialista

Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia indicam que cerca de cinco milhões de brasileiros convivem com a psoríase. A doença é crônica e inflamatória. Ela provoca manchas avermelhadas, descamação e ressecamento da pele. Também pode causar coceira, alterações nas unhas e dores nas articulações. Em alguns casos, está associada à hipertensão, diabetes, obesidade, ansiedade, depressão e doenças cardiovasculares.

Segundo a médica Angela Carolina Nascimento, as mudanças climáticas não causam a psoríase. No entanto, o calor intenso, a estiagem e a baixa umidade podem piorar os sintomas da doença.

Para reduzir os impactos, a médica recomenda manter o corpo e a pele hidratados. Ela também orienta evitar banhos demorados, água muito quente e o uso excessivo de sabonetes, que favorecem o ressecamento da pele.

A psoríase não tem cura, mas o tratamento permite controlar os sintomas. Em períodos de calor intenso e baixa umidade, a hidratação e o acompanhamento médico ajudam a evitar o agravamento da doença.

Hiolanda Mendes – Rádio Rio Mar

Foto: SES – AM

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