A última reunião da Câmara Setorial da Agroindústria do Amazonas, realizada no mês de março, abordou as inovações na indústria de bioplástico e a existência de um modelo de negócio sustentável com base no cultivo do curauá, além de apresentar tecnologias voltadas ao setor primário.
O chefe do Departamento de Diversificação Econômica (DDE) da Sedecti, Sandro Amazonas, destaca o potencial de produção de bioplástico derivado de fibras extraídas de frutos da região amazônica.
Para o coordenador técnico da startup Fipo Biopellet, Genilson Pereira Santana, o encontro serviu para divulgar o conhecimento sobre produtos desta natureza.
O pesquisador e representante do Instituto Raízes Amazônicas, José Luiz Zanirato Maia, destaca o compromisso com o fomento ao cultivo do curauá, tendo como principal objetivo a criação de um modelo baseado na sustentabilidade e no auxílio aos extrativistas.
O curauá é uma espécie de abacaxi cujo cultivo é destinado à produção de fibra utilizada nas indústrias têxtil e automobilística, em outras regiões brasileiras, como uma opção substituta à fibra de vidro.
Rádio Rio Mar
Foto: Ângelo Vinicius / Sedecti