Acusados no Caso Débora recebem penas que somam mais de 80 anos de prisão

A Justiça do Amazonas condenou, na madrugada desta segunda-feira (01/06), dois homens acusados de matar a adolescente grávida Débora da Silva Alves, de 18 anos, e o bebê que ela esperava. A decisão foi proferida após cinco dias de julgamento e acolheu a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Amazonas.

Gil Romero Machado Batista recebeu pena de 63 anos, 7 meses e 19 dias de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado, feminicídio, aborto provocado por terceiro e ocultação de cadáver. Já José Nílson Azevedo da Silva foi condenado a 17 anos e 8 meses de prisão por homicídio qualificado por motivo torpe.

Segundo o Ministério Público, o crime ocorreu em 2023. A denúncia aponta que a vítima foi morta por asfixia com um fio elétrico. Após o assassinato, um dos condenados retirou o feto, descartou o corpo em um rio e ateou fogo no corpo da adolescente.

A condenação teve como base laudos periciais, relatórios investigativos, imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e a confissão dos acusados durante a investigação.

Da redação – com informações da Assessoria

Foto: Divulgação – Marcus Phillipe/TJAM

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