O comitê de crise criado para acompanhar o vazamento de gás estireno em uma fábrica do Distrito Industrial voltou a se reunir nesta sexta-feira (17). Os órgãos envolvidos avaliam a ocorrência e mantêm o monitoramento da área.

Comitê de crise mantém monitoramento após vazamento de estireno em fábrica de Manaus. Foto: Reprodução.
Os órgãos que integram o comitê de crise para acompanhar o vazamento de estireno em uma fábrica do Distrito Industrial, em Manaus, realizaram uma nova reunião nesta sexta-feira para avaliar a situação e definir os próximos passos da operação.
Segundo o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), os níveis de partículas lançadas na atmosfera reduziram desde o início da ocorrência. O órgão informou que continua o trabalho integrado com o Corpo de Bombeiros e os demais integrantes do comitê de crise.
O diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, afirmou que o instituto acompanha as ações de resfriamento do tanque onde ocorreu o vazamento e também cobrou da empresa estudos para verificar possíveis impactos ambientais.
“Tá sendo feito um trabalho integrado com o comitê de crise do Estado. O Corpo de Bombeiros acompanha a ocorrência e os índices de partículas lançadas na atmosfera reduziram bastante. O Ipaam também solicitou da empresa um relatório da qualidade do ar e a análise da água do efluente utilizado no resfriamento. A empresa está cumprindo o plano de ação de emergência, previsto como condicionante da licença ambiental. Agora, acompanhamos o que pode ter provocado esse sinistro para adotar as medidas administrativas cabíveis”, destacou.
Leia também: Mais de 100 pessoas são atendidas após vazamento de gás em Manaus; três seguem internadas
O órgão também apura as causas do acidente e informou que poderá adotar medidas administrativas após a conclusão das investigações.
Yuri Bezerra, Rádio Rio Mar