Inverno amazônico exige atenção com alergias respiratórias e cuidados com a saúde

O combo chuvas intensas e elevada umidade do ar, aliados do inverno amazônico, favorecem o surgimento de crises alérgicas e respiratórias, especialmente em grupos vulneráveis como idosos e crianças. Neste período é importante manter os cuidados preventivos, ter atenção aos sintomas e buscar acompanhamento médico adequado.

Os idosos, a partir dos 60 anos, costumam sentir mais os efeitos dessa mudança de clima, principalmente, quando já possuem comorbidades como diabetes ou asma. As crianças pequenas, especialmente bebês e aquelas até os quatro anos, também precisam de atenção redobrada para evitar exposição à chuva.

De acordo com a médica de família e comunidade com atuação em patologias alérgicas, Neane Magalhães, o primeiro passo é diferenciar a virose da rinite alérgica.

O período chuvoso favorece a proliferação de ácaros, fungos e mofo em ambientes fechados, além de aumentar a circulação de vírus respiratórios. Este cenário pode desencadear sintomas como espirros frequentes, coriza, congestão nasal, coceira no nariz, tosse seca e dificuldade para respirar, comuns em quadros de rinite alérgica e asma. Em pessoas asmáticas, os cuidados devem ser ainda maiores para evitar crises mais intensas.

Entre as principais recomendações para o período estão manter os ambientes limpos e ventilados, evitar acúmulo de poeira e mofo, controlar a umidade dentro de casa e seguir corretamente as medicações prescritas, principalmente, em casos de asma e outras doenças respiratórias crônicas.

 

Rádio Rio Mar

Foto: Freepik

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