O desmatamento e as queimadas na Amazônia são problemas ambientais com vários desdobramentos, como o risco a sobrevivência da fauna e flora e a saúde humana.
Apesar dos dados positivos divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de que o Amazonas teve a menor quantidade de queimadas dos últimos 12 anos para um mês de fevereiro, em 2025, é preciso manter a vigilância.
A educação é uma aliada no combate as ações que destroem o meio ambiente. O cuidado com a Casa Comum está sendo reforçado pela campanha de conscientização realizada Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) nas escolas de públicas da cidade de Parintins. A ação foi solicitada pela Promotoria de Justiça do Município.
De acordo com o assistente ambiental do Ipaam, Gilmar Ribeiro, as palestras têm o objetivo de sensibilizar e orientar alunos e professores sobre as consequências, causas e efeitos das queimadas na saúde e os impactos causados ao meio ambiente.
Durante o verão amazônico de 2024, em vários momentos, a ilha tupinambara ficou coberta com uma densa nuvem de fumaça causando sérios problemas respiratórios na população. À época, a qualidade do ar atingiu nível crítico, segundo o sistema de monitoramento ambiental.
Rádio Rio Mar
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