A pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico mostra que o consumo dos chamados vapes continua em alta. Como o cérebro ainda está em desenvolvimento, a nicotina pode causar dependência com mais facilidade e aumentar as chances de uso do cigarro tradicional e de outras drogas.
Outro alerta é a fumaça de terceira mão. As substâncias tóxicas do cigarro permanecem nas roupas, nos cabelos, nos móveis e em outros objetos, mesmo depois que o fumante apaga o cigarro.
A exposição ao tabaco pode causar chiado no peito, agravar crises de asma e provocar bronquite, pneumonia, infecções de ouvido, tosse persistente e irritação das vias respiratórias.
O especialista também alerta que os cigarros eletrônicos não são inofensivos. Os dispositivos liberam aerossóis com substâncias tóxicas e, em muitos casos, nicotina. A recomendação é manter crianças longe de qualquer tipo de fumaça e evitar o uso desses produtos dentro de casa e em ambientes fechados.
Hiolanda Mendes – Rádio Rio Mar
Foto: Semsa