Projeto de restauração ambiental prevê recuperar mais de 25 mil hectares na Amazônia

O projeto “Restauração de Áreas Alagáveis e outros importantes Ecossistemas Amazônicos” avançou para a fase final de preparação após a validação junto a comunidades tradicionais dos estados do Amazonas e Pará.

A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, aguarda agora os trâmites administrativos para o início da execução. O objetivo é restaurar áreas degradadas da Amazônia, reduzir a emissão de gases poluentes e fortalecer comunidades tradicionais e indígenas.

O projeto prevê a recuperação de mais de 25 mil hectares de zonas úmidas e florestas de várzea, além de evitar a emissão de cerca de 10 milhões de toneladas de gás carbônico. A iniciativa também pretende beneficiar aproximadamente 1,6 mil pessoas por meio de ações de geração de renda e segurança alimentar.

O diretor técnico-científico do Instituto Mamirauá, Emiliano Ramalho, destacou a importância estratégica do projeto para a conservação ambiental e o fortalecimento das comunidades amazônicas.

O plano contempla 12 áreas protegidas e terras indígenas localizadas no Amazonas e no Pará, tanto na região continental quanto na costa amazônica. A proposta aposta em inovação científica, valorização dos conhecimentos tradicionais e fortalecimento técnico para ampliar as ações de restauração ambiental na Amazônia.

Rádio Rio Mar

Foto: Instituto Mamirauá

 

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