Formação e alegorias marcam preparação para Parintins 2026

Em Parintins, a tradição do boi-bumbá segue viva e se renova a cada geração. A Universidade do Folclore Paulinho Faria mantém o trabalho de formação artística de crianças e adolescentes e fortalece a cultura do Boi Garantido. Ao mesmo tempo, o Boi Caprichoso dá início a uma nova etapa de preparação para o Festival de Parintins 2026 com a entrega dos projetos das alegorias que vão ganhar vida na arena do Bumbódromo.

A Universidade do Folclore Paulinho Faria mantém as atividades e fortalece a formação cultural das novas gerações do Boi Garantido, em Parintins. O projeto atende cerca de 100 crianças e adolescentes e reúne 10 profissionais que conduzem oficinas artísticas e educativas.

Foto: Assessoria de Comunicação Boi-Bumbá Garantido

A escolinha funciona em um dos anexos da Cidade Garantido, no segundo piso. As aulas ocorrem de segunda a sexta-feira, das três e meia às cinco e meia da tarde. Meninos e meninas mergulham no universo do boi-bumbá com oficinas de violão, desenho, pintura, artesanato, percussão e dança.

A atual etapa da universidade começou em outubro de 2025 e segue até maio deste ano. No encerramento do ciclo, a coordenação apresenta exposições e apresentações com os trabalhos desenvolvidos pelos alunos.

Enquanto o Garantido investe na formação das novas gerações, o Boi Caprichoso inicia uma etapa decisiva na preparação para o Festival de Parintins de 2026.

Os artistas responsáveis pelas alegorias receberam os projetos que vão compor o espetáculo na arena do Bumbódromo. O presidente do boi, Rossy Amoedo, e o Conselho de Arte realizaram a entrega dos materiais e iniciaram oficialmente o processo de construção das estruturas.

Assessoria de Comunicação
Boi Caprichoso

O espetáculo deste ano apresenta o tema “Caprichoso: Brinquedo que Canta seu Chão”. O conceito artístico valoriza as raízes culturais da Amazônia e transforma o boi em um símbolo lúdico que canta, dança e conta histórias do povo de seu território.

Com os projetos nas mãos, os artistas seguem agora para os galpões, onde começam a transformar ideias em grandes alegorias. As estruturas monumentais devem ganhar forma nos próximos meses. O espetáculo movimenta a cultura amazônica e fortalece a paixão das torcidas pelos bois da ilha.

Hiolanda Mendes – Rádio Rio Mar

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